sexta-feira, 11 de abril de 2014

Lucas, Murilo e o Barman Tropical

Estávamos afim de férias a dois, de preferência em algum lugar quente e ensolarado. Optamos por Fortaleza e escolhemos um flat à beira-mar, pois além de dar uma animada na relação, queríamos descansar ao máximo.
Lucas era meu namorado há cinco meses e tínhamos uma putíssima ligação carnal. Gostávamos de cada parte do corpo um do outro e aproveitávamos ao máximo as delícias que o sexo podia nos oferecer. Lucas é branco, magro, viril e másculo, voz de locutor de rádio, e no auge de seus 44 anos, não tinha mais restrições em relação a seus desejos. Eu, Murilo, muito mais branco que ele, também magro, estava aos 32 anos em uma fase que pedia sexo a cada instante.
Lucas era alucinado por meus pés, era seu fetiche. Era com esse trunfo que o fazia gozar a hora que eu quisesse. Ele chupava os dedos do meu pé um a um e quando não resistia mais, engolia-o quase todo, até a metade. Nunca vi alguém com essa tara e me deixava excitado saber de seu objeto de desejo.
Durante nossa estadia no hotel, e nas tardes que passávamos na piscina por simples e pura preguiça de ir a praia, começamos a fazer uma sutil amizade com o barman do restaurante que ficava nesta mesma área. Diego era um rapazote de seus tesudos 21 anos, e à primeira vista se mostrou um gentil anfitrião, sempre nos trazendo bebidas, comentando os eventos da cidade e nas horas vagas, assim que podia, em momentos de escassez de clientes no bar, sentava-se próximo a nós para jogar conversa fora.
Eu reparava no rapaz com maior intensidade que Lucas, pois me chamava atenção seu jeito moleque e tão receptivo. Seu corpinho triangularmente invertido (pernas mais finas que o tórax) lhe davam um aspecto jovial, de adolescente em fase de transição, e só era quebrado pelos largos e musculosos braços, que ele exibia e dizia se esforçar para manter em forma na academia.
Inevitavelmente as conversas, vez ou outra, caíam no tema sacanagem e era neste momento que apimentávamos nossas intenções libidinosas.
Declarei minha atração pelo garoto a Lucas, que sorrindo, disse:
– Havia percebido há muito tempo já. Meu Murilinho tá querendo provar o nosso barmanzinho, não é mesmo?
– Ô, e como tô! – respondi com um sorrisinho sacana que automaticamente já dava início a meus pensamentos maliciosos sobre o rapaz e a maneira através da qual iríamos trazê-lo para nossa cama. Não seria difícil já que ele se mostrava muito disponível a nós e sabendo certamente que éramos um casal. Em suas confissões sacano-eróticas já havia deixado escapar sua experiência com ménage, ainda que hétero.
Pensávamos em Diego entre nós. O garotão havia realmente mexido com nossa libido e o homenageamos algumas vezes em nossas trepadas no quarto. Aproveitamos uma tarde de sexta-feira em que Diego havia nos dito já que estaria de folga e o convidamos para tomar um uisquinho conosco após terminar seu expediente, às dez da noite, quando o restaurante acabasse de fechar. Ele hesitou a princípio, mas logo concordou complementando: – levarei o gelo!
Despedimo-nos e saímos da piscina ao cair do sol. Ao chegar no quarto, demos ambos uma alta gargalhada, eufórica, num tom de "conseguimos". Tomamos banho, jantamos e fomos para a cama descansar um pouco, pois imaginávamos que iríamos gastar muita energia mais tarde. Começamos um esfrega-esfrega e logo logo as carícias deram lugar a uma selvagem penetração, executada por Lucas, com bastante vigor em mim. Parecia um leão, queria me comer de várias maneiras, e experimentamos diversas posições, até pararmos na que eu mais gostava, de franguinho, pois ficava totalmente relaxado e podia sentir o colossal membro do meu gato, todo dentro de mim. As vezes Lucas me fazia apalpar a região esquerda do meu púbis, para que sentisse o inchaço de seu pau me devorando. Estava acelerado, num vai-e-vem frenético no meu cu, quando escutamos a campainha tocar.
– Será que é a nossa sobremesa? – falou Lucas assustado, mas sem tirar o cacete de dentro de mim.
– Acho que sim. Deixa eu ir abrir – disse eu, tirando a pica ainda dura do meu rabo e levantando da cama para abrir a porta. Vesti um calção e fui ver quem era. Era o Diego mesmo, um pouco suado, gotas brilhantes de suor escorriam pela sua testa. Fiquei com vontade de o lamber todinho. Estava de jeans, camiseta, mochila, tênis e trazia o baldinho com gelo. Sorri pra ele e convidei-o a entrar falando em tom de brincadeira que havia chegado adiantado, faltavam trinta minutos para o horário acertado. Ele caçoou sorrindo, bem sem-vergonha, dizendo que o restaurante havia fechado mais cedo, estava doido pra relaxar com os amigos e tomar uma bebidinha bem gelada.
Lucas, só de calção, como eu, levantou-se da cama e veio cumprimentar Diego na sala, dando-lhe um abraço, com um tapinha nas costas, mas que na verdade, sei que tinha vontade de que fosse na bunda, na gostosinha bunda do moleque suado. Eu sabia de cor as pretensões de Lucas, da sua tara por um cuzinho branquinho de moleque safado. Imaginava como ele ia se deliciar com aquele então, ainda por cima suado, do jeito que ele gostava de fazer quando chegávamos da piscina. Esmerava-se em lamber meu cu peludo. Eu tinha muito pêlo na bunda e nas pernas e ele dizia parecer estar chupando uma manga. Fodia meu rabo com aquela deliciosa língua que parecia seu pau, aquele membro cavalar de 23 centímetros, que me levava ao êxtase. Imaginei Lucas fazendo o mesmo com o puto do garoto e instantaneamente endureci o pau. Pegando no membro, disse em tom debochado:
– Porra, cara, você chegou bem na hora que eu tava dando o cu.
Diego sorriu timidamente e falou baixinho, quase sussurrando:
– Ei caras, por favor não queria atrapalhar nada, podem continuar o que estavam fazendo, na boa, eu espero. Lucas, satisfeito com a reação do garoto, entrou no jogo e criativamente sugeriu:
– Espera mesmo? Quer ficar aqui na sala? Se quiser pode assistir lá no quarto... nossa foda gostosa... o Murilinho gosta de ser observado quando dá o rabo, não é, meu gato? - perguntou olhando-me com um ar de puto sacana.
– Sim, claro, o Dieguito já é de casa, e se quiser pode até comandar nosso programinha, não é mesmo, Diego?
– Caraca... Vocês não se importam?
– Claro que não. – respondemos em coro e nos dirigimos ao quarto.
Diego sentou na poltrona em frente à cama enquanto eu e Lucas já voltávamos a nossa última posição, que havia sido intemrrompida pela chegada do garoto. Lucas começou a meter no meu cu com movimentos alternados, ora rápidos, ora bem lentos, e podia-se perceber no rosto de Diego a expressão de tesão que sentia vendo aquela cena explícita.
Lucas generosamente falou ao rapaz:
– Fica à vontade, se quiser bater uma punheta, Diego. – e eu complementei, atrevido e sedento por mais uma pica naquela brincadeira:
– Se quiser chegar mais perto, também pode, viu?
O garoto imediatamente levantou da cadeira, abriu o zíper da calça jeans que já exibia o acentuado volume de seu membro por baixo da cueca branca, desceu a calça até os joelhos e colocou seu pau pra fora. Era um cacete de moleque gostoso, branquinho, com a cabeça meio rosada. Ele começou uma punheta bem macia, enquanto Lucas me enrabava, ao mesmo tempo que olhava, babando, para o garotão tesudo.
Tomei a iniciativa e, me dirigindo a Diego, disse que Lucas estava com água na boca do pau dele. Perguntei-lhe se ele não queria dá-lo pro Lucas mamar enquanto me detonava o cu. O rapaz tirou o restante da roupa rapidamente e em poucos minutos já se posicionava na cama, em pé, sobre mim, e na direção da boca do Lucas, que não demorou a abocanhá-lo.
Olhando para cima eu via o buraquinho também rosado do Diego. Com as duas mãos, fiz com que ele abaixasse mais um pouco, em direção a minha cara e meti a língua naquele rabo como se estivesse sorvendo o resto de iogurte do potinho. Dava-lhe umas mordiscadas na bunda de vez em quando, que o faziam gemer duplamente.
Lucas acelerou também duplamente, tanto nas estocadas como no boquete que fazia no pau do moleque. Eu batia uma punheta alucinada, encantado com meus dois machos deliciosos, um que amava, e o outro, meu brinquedinho de luxo. Sentia o cu de Diego piscar mais intensamente e percebi que o filho da puta tava querendo soltar porra, e avisei a Lucas dizendo:
– Parece que nosso menino tá querendo te dar leite, meu gato... vê se engole tudo, hein?
Lucas respondeu arfando pra mim:
– Beleza, vou engolir tudinho, e também vou... vou... uuuuuhhh... porra! Caralho! Vou gozar... vou gozar!
– Diego permanecia com o pau na boca de Lucas, que tirou sua rola do meu rabo. Saí da posição que estava dando e me posicionei de joelhos como Lucas. Agora dividíamos aquele cacete jovem, cheiroso a macho. Batíamos nossas punhetas ajoelhados, abocanhando a jeba daquele putinho, que estava em pé na cama, se deliciando com seus dois machos gulosos.
Diego avisou que iria gozar:
– Huummm... ohhh... aaaah... aaaahh... querem porra? Hã? Bebam, vamos lá, galera... Tem pros dois... Aaaaaaah... vou gozar, porra! Vou gozar... aaaaaaaaah!
E encheu nossa cara de leite quente e grosso. Disputamos cada gota do líquido espesso do rapaz. Lambi um pouco que havia ficado no peito do Lucas e, refeitos da mamada, lembramos que precisávamos gozar. O moleque exausto deitou-se. Estava abatido da gozada. Ficamos de pé, eu e Lucas, sobre a cama, com os paus apontados para o corpo de Diego, e nos beijávamos enquanto batíamos punheta, homenageando aquele putinho safado.
Nos contorcemos de prazer e avisamos que iríamos gozar. Diego nos olhava lá de baixo, sorrindo, com os lábios entreabertos.
– Aaaaah vou gozar, Lucas...
– Goza, meu amor, goza no molequinho... Goza... Que eu... Aaaaaaahh, vou gozar, porra!
E explodimos em porra, dando um banho de leite no nosso garoto gostoso. Deitamos sobre ele misturando nossas porras e abraçados, adormecemos, satisfeitos!

Gatos da Web













Boys Bare

video

Saindo Com o Amigo Casado

video