sexta-feira, 7 de março de 2014

Presente de Aniversário

Estávamos completando o primeiro ano de relacionamento e pensava num presente inesquecível para meu garoto. Ele tinha 25 anos na época e adora um coroa. Eu tinha então 53. Temos um ótimo relacionamento, principalmente na cama, embora eu seja quase que exclusivamente ativo, ele se satisfaz e muito dando gostoso seu cuzinho pra mim. Mas sei que ele também gosta de comer um cuzinho e fiquei pensando em embrulhar-me pra presente e dar gostoso pra ele, mas isso poderia ser até criativo, mas queria algo diferente. Conhecemo-nos numa praia do litoral de São Paulo e como no final de semana do nosso aniversário haveria uma emenda de feriado resolvemos comemorar lá onde tudo havia começado. Faltava uma semana e eu ainda não sabia o que dar pra ele. Contei a história para um amigo que deu a ideia de procurar por um coroa num desses sites de relacionamento. Criei um perfil e fui direto ao assunto: BUSCO UM COROA PASSIVO A FIM DE SATISFAZER UM GAROTO. Choveram mensagens. Quase todas de coroas da cidade de São Paulo mesmo. Tirando aqueles muito feios e obesos, que têm a bunda tão grande que se torna impossível a penetração, os outros não podiam viajar ou ficaram com medo. Meu plano não ia muito bem até que apareceu um coroa interessante de uma cidade vizinha. Contei a ele a história, dizendo que eu não participaria, apenas olharia e se permitisse, faria umas fotos de recordação para meu garoto. Ele topou. Passei meu telefone e ele passou o dele e combinamos para o sábado seguinte, véspera do dia do aniversário. Fomos para o litoral na sexta bem cedo. Estava um dia delicioso. Muito sol, mas com uma temperatura agradável. Chegamos lá e fomos pra piscina, nadar pelados, coisa que adoramos fazer e que em São Paulo não temos oportunidade. Muitos beijos e chupadas dentro d’água e quando resolvo sair pra pegar algo pra bebermos ele vem atrás de mim e começa a chupar meu pau, deliciosamente, como sempre. Essa chupada terminou na grama em volta da piscina e depois de uma boa trepada ficamos no sol tomando uns drinks que preparei especialmente para ele. A noite saímos e fomos até um shopping numa praia vizinha. Caminhamos um pouco vendo vitrines e deu vontade de fazer um xixi. Ele como sempre me acompanhou até o banheiro. Talvez por ciúmes, ele sempre vai atrás de mim nos banheiros públicos. Chegando lá havia um carinha fazendo que estivesse mijando, mas percebi logo que estava de pau duro e isso me deixa super excitado. Meu garoto também percebeu e entrou no espaço do mictório entre eu e o garoto. O garoto então entrou na nossa e como o movimento estava fraco caiu de boca no pau do meu garoto. Fiquei louco de tesão ao ver a cena. Como entrou um cara da limpeza, disfarçamos e saímos de lá. Andamos mais um pouco pelo shopping e sentamos numa pizzaria pra comer alguma coisa. Quando terminamos vejo que o garoto do banheiro estava nos seguindo. Falei para o meu garoto e resolvemos conversar com o carinha. Ele nos disse que estava com sua família naquele condomínio, mas se tivéssemos um local ele toparia fazer um programa a 3. Combinamos com ele para o dia seguinte, que por volta das oito da noite, nos encontraríamos no mesmo shopping. Ao chegarmos em casa ficamos imaginando o que faríamos se o garoto realmente fosse ao nosso encontro e a ideia já nos deixou acesos. Trepamos gostoso e fomos dormir…mas eu fiquei imaginando como colocar o coroa na jogada, afinal ele seria o presente do meu garoto. Acordamos no sábado e fomos fazer uma caminhada pela praia. Meu garoto comentou que acharia legal fazer uma sacanagem com o garoto, mas que achava mais interessante se fosse com outro coroa. Eu me fiz de besta e disse que não havia coroas disponíveis pra enfrentar nós dois. Assim que voltamos pra casa, aproveitei que ele resolveu dar uma volta de bicicleta e liguei para o coroa. O combinado estava de pé. Passei o endereço e marquei com ele pra chegar por volta das 20:30h. Por volta das 7 da noite fomos para o shopping e logo depois o cara chegou. Perguntei até que horas ele estava livre e ele disse que tinha falado pra família que iria se encontrar com uns amigos e que depois sairia pra uma balada, assim não tinha problemas com horário. Só pediu que eu o levasse de volta ao condomínio. Voltamos para casa e no carro mesmo começou a sacanagem. A mão do cara (Carlos, nome fictício) já começou a pegar no meu pau e no do meu garoto. Meu garoto já botou o pau pra fora da bermuda e o Carlos parecia alucinado. Disse que nunca havia feito nada a 3, mas que estava adorando a ideia. Chegamos em casa e percebi que o coroa estava estacionado próximo. Coloquei o carro na garagem e com a desculpa de fechar o portão deixei que os 2 entrassem e voltei até a garagem. Fui até o carro do coroa e pedi a ele só uns 5 minutos. Quando entrei em casa os dois já estavam se beijando na beira da piscina pelados. - Vai com calma – pedi a eles e fui preparar minha câmera e uma bebida pra nós. Cinco minutos depois, toca a campainha. Eu disse que era o presente de aniversário, mas meu garoto achou que era brincadeira minha. Quando entro com o coroa, pedi a ele que tirasse sua roupa e amarrei um laço de fita no seu cacete, que por sinal era muito grande (uns 10 centímetros, mole). Quando chegamos na área da piscina meu garoto quase se engasgou com o drinque que bebia. Apresentei o Ivan (nome fictício também) e disse que ele estava ali como presente de aniversário. Ivan abriu um grande sorriso e disse que todos os desejos do meu garoto seriam satisfeitos. O Carlos não entendeu nada. Chamei-o de lado e expliquei o que estava acontecendo. Coloquei uma música e deixei apenas a iluminação da piscina. Trouxe bebidas, gelo e disse: - Agora liberou geral E todos liberaram geral mesmo. Meu garoto começou usando seu presente. Ofereceu seu cacete para o Ivan, o qual caiu de boca. Chupava a rola toda, do saco até a ponta. Depois enfiava ele inteiro na boca. Era um verdadeiro “garganta profunda”. Enquanto isso eu e o Carlos caímos na piscina e fiquei sarreando aquele garoto por debaixo d’água. Coloquei ele encostado na lateral da piscina e ficava pressionando meu pau naquele rego gostoso e fazendo que ia enfiar no seu cuzinho. Depois o tirei d’água e dei uma chupada deliciosa no seu cuzinho rosado. Carlos estava quase gozando, mas eu pedi que não o fizesse ainda porque essa festa estava só começando. Peguei minha máquina fotográfica e comecei a fazer umas imagens, primeiro do meu garoto com o Ivan e depois do lindo Carlinhos que se exibia todo, com seu cacetão de 19 cm. Duro feito uma rocha. Logo o Carlos parte pra cima dos dois, o que forma um trio perfeito. Meu garoto sendo chupado e Carlinhos enfiando sua rola no cu do Ivan. Antes que o Carlinhos gozasse o tirei do trio e comecei a meter gostoso naquele cuzinho. Ele delirava e pedia mais…um guloso esse garoto. Não tenho um pau tão grande, são só 16 cm, mas como é bem grosso costumam reclamar, mas ele queria mais. Foi nessa hora que meu garoto veio em minha ajuda e colocando o Carlinhos numa cadeira tipo espreguiçadeira fizemos uma dupla penetração. Nessa hora o Carlinhos calou a boca. Começou até a reclamar, mas nem ligamos pra chorinho de criança. Antes do gozar, tirei meu pau daquele cuzinho e dei um belo banho de porra na cara do moleque. Fui pegar outro drinque e quando voltei meu garoto ainda dentro do cu do Carlinhos pediu ao Ivan que comesse seu cu. Fiquei louco de tesão novamente só ao ver a cena. O meu garoto comendo e dando ao mesmo tempo. Não perdi tempo e registrei tudo em fotografias. Logo o Carlinhos gozou, sem nem mesmo encostar no pau, mas também pudera, sua próstata estava plenamente massageada. Aí foi a vez do meu garoto comer o cu do Ivan. O coroa ficou de 4 e abriu aquele cuzão todo para levar uma vara deliciosa. Foram muitas estocadas até meu garoto tirar o pau de dentro do Ivan, tirar a camisinha do pau e jorrar muita porra sobre as costas do seu presente. Demos uma descansada e começamos tudo de novo, agora com mais calma e não menos tesão…mas isso fica pra outra história. Caso você goste de uma festinha a 3 ou 4, entre em contato. Aqui em São Paulo ou na praia prometemos deixa-lo de cu ardendo.

Um dente furado e um dentista furador.

Sou uma pessoa bastante descomplicada. Gosto de sentir e dar prazer não importa se a homens ou a mulheres, o importante é sexo. Tenho 1.78, 72 kg e 21 cm de rola,sou negro, tenho 23 anos, um porte físico bem interessante, pois faço natação e academia. Passei uma semana ruim, pois meu dente estava furado e por conta disse estava sentindo um pouco de dor. Resolvi ir ao dentista, mas como estava sem disposição de marcar consulta resolvi ir a um daqueles dentistas de bairro, “os açougueiros” como diziam meus amigos. Era fim de tarde, pensei de não encontrar ninguém, mas tentei assim mesmo, pois passar fim de semana sentindo dor não é nada agradável. Fui atendido por uma senhora gorda que logo pediu que eu entrasse, o doutor estaria comigo logo em seguida. Fiquei pensando naquela espelunca de consultório, o dentista devia ser um daqueles velhos fracassados. Fiquei pasmo quando um garoto entrou e perguntou qual era meu problema. Relatei sobre a dor e ele pediu que abrisse bastante minha boca. Fiquei ali de boca aberta e ele me examinado. “É um dente cariado”, disse. Ele começou a trabalhar em minha, como a posição não estava muito boa ele abaixou um pouco mais a cadeira. Eu agora estava não mais sentado e sim quase deitado na cadeira do dentista. Ele passava de um lado para o outro e de vez em quando roçava seu pau em meus ombros, pedindo sempre desculpa. Pelo fato de ser negro nunca pensei que um branco fosse bom de cama, por isso nunca havia tentado nada inter-racial. Quando ele terminou disse que eu poderia mastigar sem problema e que marcasse uma consulta, pois eu teria que possivelmente fazer canal no dente. Eu pergunte com a maior cara de pau: “E chupar, posso também?”. “Depende do que você vai chupar, não aconselho nada muito gelado…”, respondeu. “Refiro-me a algo quente, como aquilo que estava tocando meus ombros, tava muito gostoso, fiquei imaginando na minha boca.” Ele pediu que eu aguardasse e saiu um momento, voltando em seguida. ”Pronto, onde estávamos?”. Foi logo abrindo o zíper da calça deixando à mostra um belo volume. Seu pau era quase do tamanho do meu, um pouco menor, mas um pouco mais grosso.Aproximou-se de mim e colocou minhas mãos sobre sua cueca. Depois tirou a cueca e exibiu um lindo pau com uma cabeça bem vermelha, parecia um morango. Não resisti e cai de boca, chupava com dificuldade, efeito da anestesia. Não estava sentindo muito prazer físico, mas psicologicamente sim. Que delícia de pau. Ele tirou toda a roupa e eu tirei a minha também. Ele se aproximou outra vez de mim e dessa vez cai de boca em meu pau. Nossa! Que boca quente aquele, que talento. Resolvemos fazer um 69. Ficamos assim por algum tempo. Ele passou a língua em minha bunda. Era uma sensação deliciosa. Perguntou se eu tinha preservativo. Abri minha carteira peguei. Seu mastro estava duro como ferro e o meu Tb. Ele me conduziu a sua cadeira, dessa vez para colocar outro tipo de ferro em outra boca, minha bunda. Fiquei de frango assado e ele foi metendo, em princípio bem devagar, e depois dando estocadas cada vez mais fortes. Eu fui ao delírio, meu dente careado havia me dado um foda e tanto. Ficou metendo em mim por uns 30 minutos, era insaciável o cara e que fogo. Quando terminou perguntou se eu curtia comer também, pois era versátil. Eu apenas peguei a camisinha e comecei a colocar no meu pau. Ele ficou de quatro e eu fui penetrando como um cavalo penetra uma égua. Meu dentista era o encaixe perfeito, era um belo conjunto: pau gostoso, boca quente e bunda bem receptiva e gulosa. Penetrei aquele homem como se fosse a minha última foda, como se fosse morrer logo em seguida. Era uma delícia sentir ele apertando o cu a cada estocada. Coloquei-o na posição de frango assado e penetrei olhando em seus olhos. Meti tudo. Quando estava tudo enfiado dei-lhe um selinho, não sabia se ele curtia beijo, mas ele me agarrou pelo pescoço e deu-me um beijo de língua. Era o ápice da foda. Gozei como louco, aliás, gozamos como loucos. Limpamos-nos e eu disse que marcaria outra consulta. Ele pediu que eu voltasse se possível sempre ao final do dia, pois como naquele dia ele poderia dispensar a sua secretaria e teria tempo pra um trato especial. E que trato. Acabei me tornando cliente fixo e vip do consultório de dentista do bairro. Gosto de ir ao “açougue” buscar e levar linguiça, ovos e ainda beber leite e dar leitinho quente.

Chupando Gostoso

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Comendo o Peludinho

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Comendo um vulcão, a minha primeira vez com outro


Aqui vai um relato do que aconteceu comigo. Meu nome é Marcelo, tenho 26 anos, sou negro, 1,75m, 73 kg, um corpo sarado de academia e uma rola de 19 cm bem grossa e reta. Não sou gay e nunca havia sentido vontade, se quer pensado em ter algo com alguém do mesmo sexo. Mas aconteceu. Eu trabalho e estudo, recentemente voltando pra casa depois de um dia cansativo peguei, pra variar, mais um ônibus lotado. Estava realmente muito cansado, não via a hora de chegar em casa. Entre com o maior sufoco um aperto dos diabos, mas mesmo assim não estava muito incomodado, pois queria chegar logo em casa. Eu fiquei um pouco apertado na porta e logo ao meu lado outro cara que não estava, assim como eu, confortável com a situação. Depois de um dia de trabalho, não se pode dizer que o cheiro de uma pessoa é o melhor dos perfumes Frances, eu estava assim, sentido o cheiro do cara que estava ora do meu lado, ora na minha frente, ora quase atrás de mim. Ficamos nesse jogo por mais ou menos meia hora, até que finalmente o ônibus chegou ao que pensava eu ser o ponto final daquela situação; uma estação de ônibus, uma estação de transbordo. Desci aliviado e fui pegar outra fila, pois dessa vez o ônibus me levaria até minha casa. Pra surpresa minha a fila estava muito grande e o cara que estava no outro carro comigo também iria pegar o mesmo que eu, coincidência. Mias uma vez pegamos o ônibus lotado e por incrível que pareça ficamos quase que na mesma posição em que viajamos no ônibus anterior. Dessa vez seria um pouco mais longa a jornada. Eu estava realmente indignado com aquela situação, não pelo fato de pegar ônibus lotado, mas pelo fato de ter um cara roçando em mim mais uma vez. O cara devia ter uns 30 anos, fiquei sabendo mais tarde que tinha 32 anos.Eu estava sentido que seu cacete estava ficando duro de tanto tocar em mim, me afastava o mais que podia, mas lá estava ele. Não sei em que momento, mas meu cacete também começou a demonstrar reação com aquela situação. Nunca me imaginei transando com outro cara, mas estava começando a gostar de sentir um cacete duro roçando com o meu. Ele percebeu que eu estava gostando da situação e começou a fazer com um pouco mais de vontade. Aquilo que estava sutil até então passou a ser de forma bem descarada. Ficamos nesse jogo de gato e rato por um bom tempo. Até que percebi, já estava chegando a minha parada. Dei um sorriso, e indiquei que desceria no próximo ponto. Pra minha surpresa ele também desceu comigo. Começamos a conversar e eu pedi desculpa pelo que aconteceu, disse-lhe que jamais havia ocorrido algo semelhante. Ele disse que adorou e que poderíamos terminar o que começamos. Indicou-me onde morava e me chamou pra tomar uma cerveja. Confesso que estava receoso, mas mesmo assim fui. O tesão estava falando mais alto. Seria a minha primeira vez com alguém do mesmo sexo, ou não. Chegamos a sua casa, ele me ofereceu uma cerveja e começamos a conversar. De repente ele levanta-se e caminha em minha direção. Pega minha mão e coloca sob sua rola que estava duríssima. Puxei minha mãe rapidamente. Ele foi a colocou a dele sob a mina rola que começou a ficar dura. De repente me dá um beijo, fiquei sem reação no início, mas retribui o beijo como se fosse o beijo de uma virgem. Começamos a nos roçar e quando dei por mim já estávamos fazendo o delicioso 69. Ele perguntou se poderia me penetrar, eu disse-lhe que não, que nunca havia feito tal coisa. Ele disse que não teria problema, pois ele era versátil e pediu que eu metesse nele. Prontamente coloquei-o de quatro e comecei a meter como um cavalo no mete em uma égua. Ele rebolava e pedia que eu metesse com mais força. Depois mudamos de posição, ele ficou de frango assado e eu comecei a bombar aquele cu e beijar aquela boca ai mesmo tempo. Era uma sensação maravilhosa comer aquele rabo bem receptivo e quentinho. Parecia que minha rola estava dentro de um vulcão. Quanto mais eu metia forte, mas ele pedia mais. O cara era insaciável. Eu também sou insaciável em sexo. Pronto, juntou o útil ao agradável. A fome e a vontade de comer, e que vontade. Quando estava perto de gozar falei pra ele, ele pediu que eu gozasse em sua boca, queria beber meu leite quentinho. Fiz o que ele pediu e gozei em sua boca, dando-lhe um beijo logo em seguida. Repetimos a dose mais uma vez. Trocamos telefone, nos apresentamos, fiquei sabendo que seu nome era Diego, nos despedimos e fui pra casa. Nada melhor que uma foda pra relaxar alguém depois de um longo dia de trabalho. Hoje somos amigos, quando bate vontade fazemos uma sacanagem bem gostosa. Ele está namorando outro cara e eu estou namorando também, mas não outro cara. Ele me falou que o seu namorado sabe do que rolou entre a gente e disse que um dia quer fazer a três, não sei se topo, mas quem sabe, vamos deixar o tesão falar.

Safados Pauzudos





Foda No Banheiro

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Banheirão- Amador

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