quarta-feira, 5 de março de 2014

UM BELO PEDREIRO ME COMEU!!!

A casa dos meus pais estava passando por uma reforma, e eles saíram de viagem, me deixando para cuidar de tudo. O entra e sai de pedreiros era constante. Em um dia, acordei e fui para a copa tomar meu café da manhã, e na sala cruzo com um dos pedreiros que ainda não tinha conhecido. Paro diante dele, é a primeira vez que o vejo! sim, é. Porque? É que você é diferente dos outros? Como diferente? Deixa prá lá! Não diz, ta bom! Você nem parece pedreiro, parece mais um modelo. que nada, eu sou Cessar, disse ele. Eu sou Ricardo. Estou indo tomar meu café, aceita? Não obrigado. Se você precisar de alguma coisa, é só pedir, e ao falar isso, Cessar deu uma pegada na rola e lançou um sorriso safado. Hum!! já que você falou isso, eu estou com um probleminha de conecção lá no meu quarto. Depois você pode dá uma olhadinha? Claro! pode ser na hora do almoço, ou depois do expediente, disse Cessar. Pode ser depois do seu trabalho. é melhor. então tá. A noite chegava, todos os pedreios estavam indo embora, Ricardo via pela janela do seu quarto. Ricardo desceu, e quando estava chegando na sala, vê que Cessar está entrando pela porta de serviço. Banho tomado, cabelo arrumado, e com um belo sorriso nos lábios. Quando ele se aproximou de mim, fui logo dizendo; nossa! agora mesmo que você não parece um pedreiro. Ele riu e diz: Estou pronto para ver seu problema de conecção. Então vamos! E os dois foram em direção ao quarto do Ricardo. Chegando no quarto, Ricardo trancou a porta e disse, Cessar eu mentí, não tenho nenhum problema de conexão, e encheu sua mão com a rola de Cessar por cima da calça. Eu sabia! disse Cessar. Mais agora irei encontrar uma conexão para o cabo que você acabou de pegar. Sou todinho seu, e tenho o que você precisa, só não sei se você vai aguentar. Curioso com aquelas palavras, Ricardo, foi logo abrindo o zipper, e uma bela rola saltou. Grande, grossa e cabeçuda, que encheu os olhos de Ricardo. Aí!! você vai aguentar? se você souber meter gostoso, eu juro que aguento. Ricardo se levanta, colou sua boca na dele, e foi retribuído por Cessar. Se beijaram por um bom tempo, enquanto isso se acariciavam. E Cessar diz então no ouvido de Ricardo; Eu vou comer essa bundinha bem gostoso, quero ouvir você gemer, e quero gemer também com minha rola enterrada todinha nesse cuzinho. Cessar começou a lamber, e a chupar os mamilos de Ricardo, descendo sua boca até o abdome, enfiou a pica de Ricardo todinha em sua boca, e mamou com vontade, até arrancar gemidos de Ricardo, chupou com vontade. Virou ele de costas, e enfiou sua língua naquele cuzinho, arrancando mais gemidos e gritinhos de prazer. Ora a língua, ora o dedo era introduzido, preparando aquele cú para receber sua rola. Cessar, pede agora para Ricardo chupar sua mandioca, e Ricardo começa a chupar com volúpia e prazer. Cessar enfiava ela todinha em sua boca, fazendo-o as vezes engasgar. Isso chupa mais, que delicia de boca. Hum!! que bom, que boca quentinha. Depois de Ricardo chupar bastante aquela rola, Cessar passa a chupar novamente Ricardo, sua lingua agora era enfiada quase que todinha naquele cuzinho, e Ricardo quase em êxtase, começou a pedir para Cessar fude-lo logo, e Cessar dizia, ainda não quero você bem preparado, para quando eu socar minha rola em você, você só sinta prazer, muito embora eu goste de castigar. Enquanto Cessar ia chupando o cuzinho de Ricardo, ele também ia batendo uma punheta em sua rola, para deixa-la mais dura ainda, e quando percebeu que Ricardo estava pronto, ele o tirou da cama, colocou ele inclinado em frente a uma estante, lubrificou seu mastro, e começou a enfiar bem devagar. A cabecinha entrava, e ele tirava, arrancando dessa forma suspiros e desespero em Ricardo. Por varia vezes ele Cessar fez isso, e Ricardo quase em desespero, pedia; vai Cessar, me come, mete essa rola todinha, vai. E por fim Cessar atendeu, e enfiou ela todinha, enquanto acariciava aquela bunda que recebia sua rola. Cessar enfiava e tirava sua jibóia de dentro daquele cuzinho. Isso seu safado! nem acredito que você está aguentando, e metia com vontade, ouvindo os gemidos longos de Ricardo. Cansados daquela posição , foram para a cama. Ricardo de quatro, e Cessar sem rodeios lasca de uma só vez sua rola naquele cú, nessa hora Ricardo soltou um grito de dor, e a seguir um longo gemido. Doeu? foi? Relaxa! quero castigar com minha rola esse cuzinho. Isso vai, castiga. E cessar metia com vontade e profundidade ele todinho, até chegar nas bolas, e Ricardo senti-las batendo em sua bunda. Ricardo, então começou a contrair a musculatura do seu cú, dando mordidas na rola de Cessar. E Cesar dizia: Isso! morde. que delicia Ricardo!! isso morde mais, hum isso é muito bom. Depois de varias mordidas, e das estocadas de Cessar, Ricardo anuncia que vai gozar. Vai gozar é!! espera um pouco mais, eu quero gozar com você. Cessar começa a meter sua rola mais rápido naquele cuzinho, longas estocadas, e por fim, sem pegar em seu pau Ricardo começou a gozar, soltando grandes gemidos, e no mesmo instante Cessar estava urrando, também estava gozando com as mordidas que o cú de Ricardo dava em sua rola. Que delicia!! hummm, muito bom. Ricardo, você mandou muito bem. Eu adorei!!. Que bunda gostosa, e aquelas mordidas foram maravilhosas. Eu a quero de novo. Quantas vezes você quiser, mesmo que você não estaja mais aqui. quero dá para você. assim ambos deitaram-se e dormiram satisfeito…

Sexo Na grama

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Gozando Gostoso

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Foda Amadora

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No Vestiário com John Johnson

A água quente caia contra meu corpo nu e eu finalmente podia relaxar. Depois de toda correria que foi o treinamento do time, eu podia deixar o cansaço sair do meu corpo misturado àquelas gotas fartas que se espalhavam pelo piso frio do espaço onde ficavam os chuveiros.Como assistente do treinador, missão que fui obrigado a aceitar por pura necessidade financeira, eu vinha passando aquelas últimas tardes do quente verão atendo os mais caprichosos pedidos e ordens de um velho autoritário. Mas naquela tarde, depois que todo o time saiu apressado para aproveitar o escasso tempo livre que tinham, eu me permiti tomar um banho longo no vestiário, que então era um espaço só meu.Engraçado como a sensação de uma chuveirada pode acabar com os problemas; eu, que carregava milhares de cobranças, acusações e pressões, deixava que minha cabeça, envolvida pela torrente do chuveiro, se calasse e apenas sentisse a temperatura e a pressão da água.Virado de costas para o espaço de circulação, eu coloquei as palmas de minhas mãos encostadas no azulejo frio e recostei minha cabeça no dorso delas, sentindo água cair abundantemente pelas minhas costas, correndo livre em direção a minha bunda, escorrendo pelas coxas e se afastando de meu corpo ao passar pelos tornozelos e pés até acessar o piso frio.Meus olhos fechados contribuíam para que o mundo ficasse fora dali, que todos e tudo pertencessem a outro universo.Um barulho além dos chuveiros quebrou meu estado de quase transe, abri meus olhos sentindo uma expressão de irritabilidade se formar em meu rosto enquanto pensava no que poderia estar prestes a atrapalhar meu momento.Minha memória correu rapidamente os acontecimentos daquela tarde e encontrou o possível intruso. John Johnson, uma das estrelas do time, tinha sido punido por sua atitude violenta durante o treinamento e continuara no campo fazendo exercícios.Suspirei o cansaço que voltava à tona.Torci para que ele me ignorasse e corresse para longe dali. Ao sentir que ele entrou no espaço dos chuveiros, suspirei discretamente reunindo forças e me afastei da parede. Virei-me em sua direção e foi então que meus olhos encontraram algo que fez meu coração disparar.Do lado oposto do espaço, logo na entrada e bem à minha frente, eu vi John nu, o que não era exatamente uma novidade, porém o que me fez ficar paralisado foi seu olhar. Algo em sua expressão e no leve sorriso de seu largo rosto me causou certo medo, me senti como uma presa indefesa e aprisionada, prestes a ser capturada e, pior, incapaz de se mexer.Seu sorriso foi ficando maior enquanto ele jogava a toalha para longe de seu corpo e avançava em minha direção. Com quase dois metros de altura, o loiro de corpo malhado avançava vagarosamente e eu rastreava cada detalhe de sua nudez.Minha respiração aumentou o ritmo enquanto eu observava seu rosto largo, a leve cicatriz em seu queixo, os ombros amplos, o peitoral definido e o abdômen com as marcas dos músculos tão aparente e tão retilíneo que me causava certa inveja.Um leve acumulo de pelos que se iniciava no umbigo descia fraco até a região pubiana, onde se misturava a mais uma rala pelugem acomodando um membro que crescia deitado sobre dois generosos testículos.Próxima dessa região, mais pelos cobriam coxas grossas e panturrilhas firmes; outros poucos pelos descansavam sobre os pés brutos que seguravam todo aquele gigante.Enquanto eu engolia a saliva esquecida, meus olhos subiram para mirar as mãos enormes no fim de braços vigorosos e seguirem novamente de encontro ao rosto que me observava com desejo.Invadindo meu espaço sem dizer nenhuma palavra, John me empurrou levemente em direção à parede deixando a água molhar nossos corpos colados. John me olhou do alto de sua estrutura e sorriu novamente.Eu, indefeso, não conseguia emitir nenhum som ou reação à investida do titã. Com calma, ele levantou a cabeça deixando a água molhar seu cabelo e o rosto, saciado voltou a me encarar e naquele momento ele me pareceu o homem mais atraente de todo o universo conhecido.Seus braços me envolveram em um aperto faminto e eu, em resposta, cerquei lhe o pescoço, tanto para tê-lo mais perto, quanto para me equilibrar entre seus braços musculosos.Emaranhados, nos beijamos sem pudores, como se aquilo fosse costumeiro, apesar de todo o ineditismo daqueles movimentos.Senti seus lábios tocarem os meus e, vagarosamente, abrirem espaço para que sua língua invadisse minha boca. Explorando o espaço aquoso, ele brincava entre meus dentes, lambia o palato para, por fim, brincar de brigar com minha língua.Eu, extasiado, imaginava se aquilo não seria um sonho. Um homem que tanto desejei, mas que nunca imaginei poder ter, ali, me segurando firme entre seus braços.Ganancioso, John mordeu meu lábio inferior e seguiu com mordidelas pelo meu queixo, pescoço e ombro. Subia, então, com beijos em direção à orelha que se perdia dentro de sua boca ávida, entre mordidas e chupões.Sentia sua respiração quente tão perto da minha pele que, mesmo molhado, me arrepiava por inteiro. Seu graúdo membro roçava meu corpo entre nossos movimentos me causando uma fome descomunal, para tentar conter o ardido desejo, arranhava suas costas e mordia seu musculoso ombro enquanto o colossal homem que me segurava apertava minha bunda com apetite e me levava ao delírio.Uma breve pausa em nossas trocas de carícias foi aproveitada para fechar o chuveiro e nos levar até um dos bancos do vestiário. Sentei no banco enquanto John, em pé, colocou sua perna esquerda sobre o mesmo móvel e me ofereceu seu falo rígido.Com a pressa de um fugitivo, engoli o membro com cobiça, sentindo a textura e o sabor da masculinidade invadir meu paladar.Não me saciei.Continuava a chupá-lo com força e vontade, lambia com carinho o corpo esponjoso saltado de seu pênis ereto, babava fogosamente na glande, engolia os testículos, chupava-os separadamente e o masturbava para retomar meu folego.Ele gemia sons roucos e acariciava meus cabelos admirando com prazer o espetáculo de ser chupado. Segurou minha cabeça com as duas mãos e penetrou minha boca com movimentos frenéticos, ao pararmos ele segurou seu membro e abaixou para me conceder um beijo de congratulação.Direcionando meu corpo, John me deitou de costas sobre o banco e levantou minhas pernas. Afastou minhas nádegas e observou um músculo que vibrava desejando ser penetrado. Cuspiu nele e brincou com o orifício com seus dedos; abriu o espaço com mais força e usou sua língua para umedecer a região.A textura suave e molhada da língua brincava com meu ânus e eu gemia e mordia meu lábio inferior segurando um clamor para ele me invadir com força.Ele se levantou e, com calma, continuou a brincar com meu ânus, mas agora ele usava seu membro como brinquedo. Esfregava sem dó toda sua rigidez contra o músculo redondo, simulando o que faria. Meu corpo rebolava espontaneamente, alucinado com a provocação.Uma nova breve pausa foi o suficiente para que a camisinha fosse posta e que um liquido frio lambuzasse minha bunda.Segurei com força o móvel abaixo de mim esperando para finalmente senti-lo dentro do meu corpo.O primeiro toque foi provocante, o peso de seu corpo empurrava o grosso membro que abria o espaço sem piedade e eu senti a leve dor do orifício cedendo e se moldando ao conquistador. A leve ardência que me fez segurar o banco ainda mais forte.Passada a glande meu corpo relaxou e o resto foi naturalmente introduzido. Já dentro de mim, John abaixou e me beijou usando isso como distração para iniciar movimentos vagarosos dentro do meu corpo.Eu gemia e ofegava de prazer. Pouco a pouco o ritmo foi aumentado e eu, assim que me acostumei ao conquistador, comecei a arranhá-lo com força; ele, percebendo-me pronto, aumentou ainda mais o ritmo e a violência dos movimentos me consumindo sem dó.Eu ouvia seus gritos e gemidos fortes, quase como se estivéssemos em campo jogando um contra do outro.Suas costas largas era meu abrigo enquanto ele me penetrava sem ressalvas. Uma de suas mãos segurou meu pescoço e o apertou levemente, enquanto sua língua explorava minha boca, meu rosto, minha orelha e meu pescoço.Uma sensação de prazer percorreu meu corpo, um arrepio que partiu do ânus em direção ao pescoço e me fez tremer inteiro.John se afastou um pouco para observar com cuidado meu rosto. Enfiou seu membro fundo e degustou minha expressão de dor e prazer como seu mais belo feito.Continuamos nossos beijos e afagos, seu ritmo aumentava e diminuía brincando com meus sentidos eu o abracei faminto.Desejei senti-lo ejacular; queria ardentemente que ele gozasse dentro de mim. Confessei em um sussurro meu desejo ao pé de seu ouvido.John me olhou com cuidado e sorriu. Um leve beijo foi seu aceite para meu pedido.Com força ele me penetrou rapidamente, ouvi cada um de seus gemidos e só por eles pude predizer o momento em que iria acontecer.Seu corpo se contraiu inteiro, todos os músculos enrijeceram para esporrar seu leite dentro de mim. Ele urrou um grito que poderia assustar um desavisado, mais que alimentou meu ego e me relaxou.Com um sutil movimento ele tirou seu membro de dentro de mim.Ainda sobre meu corpo, ele me masturbou com força enquanto me beijava com ânsia. Satisfeito, eu sujei nossos corpos com meu próprio leite quente e finalmente respirei, relaxado e calmo.Tomamos banho no mesmo chuveiro; ele sorria o tempo todo e fazia piadas sacanas sobre nosso ato secreto; eu ria, sinceramente, de cada piadinha suja.Ele se afastou para se secar e eu o olhei de onde eu estava e, por um instante, pensei que não era só um banho que tinha o poder de afastar os problemas; no meu caso, John tinha esse poder muito mais desenvolvido.

Para os Amigos que Adoram os Ursos









Com o Negão Gostoso

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A AJUDA QUE O PADRE QUERIA

Eu andava triste e sem animo pra nada, afinal fazia três meses que minha então namorada tinha partido para um curso de especialização no exterior e não voltaria pelos próximos nove. Minha mãe tentava me animar e como era muito religiosa ate preces fazia para que eu voltasse ao normal, e foi por conta dessa religiosidade que tudo aconteceu. Um novo padre tinha sido nomeado para a paróquia que minha mãe frequentava e já havia falado sobre minha tristeza com ele. Ao saber que ele estava precisando de alguma ajuda para se instalar na casa onde morava o padre anterior foi logo oferecendo minha ajuda. Quando ela me falou sobre sua oferta chegamos a discutir mas no final e para não a entristecer concordei com a ajuda, e assim naquele sábado a tarde fui dar ao padre o que ele precisava, o que não imaginava era que ele é quem me daria alguma coisa. Ao chegar a casa me impressionei com o que vi. Espera um senhor austero e o que encontrei foi um rapaz que tinha a mesma idade que eu e um sorriso encantador. Comecei a ajudar como podia e íamos conversando sobre tudo inclusive sobre minha tristeza e celibato involuntário. Nossa conversa fluía bem e comecei a ficar bem a vontade, aponto de comentar que a falta de sexo ajudava a me deixar triste, e o padre disse entender como eu estava, afinal tínhamos a mesma idade e sabia que os hormônios estavam a milhão. Num momento de distração a instalação de uma torneira que eu estava fazendo não deu certo e ele quis assumir o reparo. Querendo mostrar que eu sabia o que fazia disse - se eu provoquei o problema tenho que dar a solução Ele sorriu e disse que a decisão era minha. Fui a uma loja próxima e após algumas orientações voltei e dei a solução ao problema. Ele sorriu de uma forma meiga e me pediu então para ajudá-lo na instalação de um guarda roupas em seu quarto. Enquanto eu segurava as peças ele furava parede e aparafusava as peças e conversávamos sobre sua decisão de se tornar padre, e renuncia a sexo que isso implicava, mas ele dizia que nunca se sentira muito atraído por garotas e daí a decisão pela religião. Achei a decisão estranha uma vez que ele era um rapaz bonito, corpo sarado, pernas bem fortes e uma bundinha bem feitinha, o que sei agradava as garotas ( e rapazes também ), mas não percebi que houvesse outra razão pra não se interessar por mulheres. Enquanto trabalhávamos juntos umas duas ou três vezes, como eu ficava posicionada atrás dele, ele acabou roçando sua bunda em mim, e embora eu não tivesse percebido intenção nenhuma naquelas esbarradas, mas pela minha falta de sexo nos últimos meses, meu pau começou a dar sinal de vida. Fiquei envergonhado mas ele pareceu não ter notado nada. Só pareceu. Para apertar um parafuso do móvel ele se inclinou pra frente e sua bundinha ficou a centímetros do meu pau, praticamente encostando nele. Em seus movimentos de apertar o parafuso e aproveitando da situação meu pau a meio mastro e sua bundinha durinha se encontraram novamente, e senti como se ele a forçasse de encontro ao meu corpo. Senti ele encaixar naquele rabinho e um arrepio percorreu meu corpo. Ele se afastou pra frente e virou-se pra mim dizendo - parece que alguém acordou e está querendo trabalhar Fiquei morrendo de vergonha e pedi desculpas, que não tinha tido a intenção e que tinha sido totalmente involuntário e que ele me perdoasse pela situação. Ele sorriu maliciosamente e disse - não precisa ficar envergonhado, sei bem o que a falta de uma garota pode fazer a um rapaz cheio de vida como você. Me desculpei novamente e pedi que ele não fizesse qualquer tipo de comentário com minha mãe para não deixá-la triste julgando que eu fosse indecente. - você não precisa se preocupar com isso, afinal acho que fui eu quem provoquei esse problema Disse isso e com a cabeça mostrou o volume que estava formado na minha bermuda. - Acho que agora tenho que seguir o mesmo raciocínio que você, não acha - Desculpe padre, mas não entendi a que raciocínio você se refere - Não farei qualquer comentário com sua mãe como você pediu, mas também preciso que você não comente nada disso com ninguém - Pode ter certeza que esta situação ficará somente entre nós - disse eu - Então, seguindo seu raciocínio, se eu provoquei o problema tenho que dar a solução Nem bem acabou de falar e sua mão já estava sobre a minha bermuda, apertando suavemente meu pau. Embora eu nunca tivesse tido qualquer envolvimento com outro homem, a falta de sexo e aquele clima tomou conta de mim. Entendi então o que ele quis dizer com dar solução e não ter atração por garotas. O negocio dele era homem. Não pude evitar um leve gemido ao seu toque, e olhando nos meus olhos ele disse - deixa eu dar solução para esse pequeno problema que provoquei. Aliás pequeno não, mas um problema considerável Me olhou sorrindo e já estava com as duas mãos no meu pau e meu saco. - Nunca tive nenhuma experiência homo – disse meio assustado mas adorando aquele carinho - Então hoje será sua primeira experiência e espero que goste os meus carinhos. Deixe que mostre a você que não são somente as mulheres que podem dar muito prazer a um homem Os meus gemidos já eram mais intenso e me empurrando suavemente fez com que caísse sobre sua cama. Suas mãos começaram tirar minha camiseta e seus lábios percorriam meu abdômen, subindo até meu mamilos e descendo ate meu pau sobre a bermuda, quando então mordiscava meu cacete e ia me deixando cada vez mais cheio de tesão. Eu já apertava sua cabeça sobre meu cacete enquanto suavemente ele foi tirando minha bermuda e com ela minha cueca. Meu pau estava duro como aço, e quando sua mão o envolveu e começou uma lenta punheta eu já gemia sem controle e apertava os lençóis coma as mãos. Ele sabia como dar prazer com uma simples punheta. - Padre eu não sabia como uma punheta podia ser tão gostosa - Estou só começando, se a punheta esta boa então me diz o que acha disso Acabou de falar e começou a passar sua língua por todo comprimento do meu pau. Subia e descia e ia apertando suavemente meu cacete. Com a outra mão no meu saco dava pequenos apertões nas bolas e aquela dorzinha provocava arrepios. Sua língua desceu ate as bolas e abocanhou primeiro uma e depois as duas bolas. Sua mão me punhetava e com a outra mão começou acariciar próximo ao meu rabo. Era um misto de prazer e medo. Não podia admitir que caricias em volta do meu cu pudessem me dar prazer. Mas davam e muito. - Padre, seu putinho viado, como você pode chupar tão gosstoso. Aquelas palavras foram um incentivo a ele que aumentou o ritmo da punheta e colocou a cabeça do meu caralho na sua boca. Agora ele me punhetava com os lábios, enfiando meu pau todinho na boca e subia e descia com ela até onde conseguia engoliar meu caralho. Uma de suas mão acariciava meu saco e a outra circulava a volta do meu cú. Eu já não agüentava mais - Seu viado gostoso, não vou conseguir segurar mais, nunca nenhuma mulher me chupou como você Acabei de dizer isso e apertei sua cabeça de encontro ao meu pau. Senti que o gozo estava próximo, e ele também. Chupava agora com mais força e seu dedo estava exatamente no meu cuzinho. - Assim eu vou gozzzzzaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr – e injetei litros de porra em sua boca. Eu gemia e me contorcia. Ele gemia sem tirar a boca do meu caralho sugando cada gota da minha porra. Fui relaxando e ele continuou me chupando suavemente, ate ter certeza que não havia nenhuma gota mais a sugar. Ele continuo a beijar meu pau e agora subia com a língua por meu corpo, enquanto suas mãos acariciavam meu saco e minhas coxas. Eu estava entregue. Sem nunca deixar de estar tocando em mim ele foi se despindo e quando me dei conta ele estava deitado ao meu lado, percorrendo meu corpo com a boca sem deixar de me punhetar. Não pude deixar de notar que seu pau, embora menor que o meu estava duro. Ele estava com muito tesão por ter feito tudo aquilo comigo. -Eu nunca antes havia gozado tão intensamente como hoje – eu disse – você realmente sabe muito como dar prazer a outro homem. Eu não sabia exatamente o que fazer mas ter seu corpo a meu lado não me deixava perder o tesão. Lentamente fiz com que ele se virasse e ficasse deitado de bruços. Olhei aquele corpo masculino mas a bundinha que eu via não tinha nada de homem. Era redondinha, durinha e lisinha. Desci as mão de suas costas para aquela bunda e ele se arrepiou tremendo suavemente. Ouvi seu gemido e esqueci que quem estava ali não era uma garota. Comecei beijando suas costas e fui descendo os lábios até chegar nas suas nadegas. Minhas mãos acariciavam aquela bundinha e suavemente fiz ele abri ligeiramente as pernas. A visão daquele cuzinho lisinho e ligeiramente rosado faziam meu pau latejar. Sem pensar no que estava fazendo fui deixando minha língua se aproximar daquele cuzinho. Comecei a lamber aquele rabinho e minha língua ia forçando seu cuzinho. Ele rebolava e gemia. Forçava sua bunda contra minha boca e minha língua começava a entrar levemente naquele cuzinho. Fui me ajeitando por cima dele e comecei a subir minha língua por suas costas até que meu caralho roçou seu rabo. Ele gemeu e empinou sua bundo. Senti sua mão segurar meu caralho e posicionar a cabeça exatamente sobre seu cuzinho. - Você quer que eu meta meu caralho no seu rabinho, meu padrezinho viado - Quero só sentir sua cabecinha roçando me cuzinho. Não dei meu rabinho muitas vezes e seu pau é muito maior do que aqueles que já me comeram. Não vou conseguir ter todo ele em mim. - Fique calmo meu tesãozinho. Se é só a cabecinha que você quer é só isso que vou dar – e comecei a forçar lentamente a cabeça naquele cuzinho, Ele gemia e suspirava, apertando meu cacete mas não permitindo que mais que a cabecinha entrasse no seu cuzinho. Fui mordiscando seu pescoço e passando meus braços por baixo do seu corpo. Eu tinha que comer aquele cuzinho todo, com ou sem seu consentimento. - Que cuzinho gostoso você tem – dizia em seu ouvido – ta gostoso sentir a cabecinha nele, não ta, então confia em mim como confiei em você. Pode tirar sua mão dele que não vou meter mais que a cabecinha, só assim – e lentamente entrava e saia com a cabecinha. Ele foi relaxando e tirou sua mão do meu pau. Agora era só enterrar. Continuei por mais um ou dois minutos bem suavemente para que ele ficasse totalmente entregue - viu como ta gostoso. Seu cuzinho é uma delicia. Olha como ele parece querer sentir todo meu cacete. Posse entrar só mais um pouquinho - tenho medo da dor – ele disse – mas se for só mais um pouquinho pode por Era só o que queria ouvir. Voltei a beijar seu pescoço e apertando seus ombros contra meu corpo me preparei pra enterrar todo meu cacete naquele padrinho gostoso. - ai, ai, assim só esse pouquinho é gostoso. Seu pau é muito gostoso. Você mete gostoso Ao ouvir seus gemidos e sentindo que eu estava quase gozando novamente não esperei mais. Puxei meu cacete até quase todo ele sair e soltei todo meu corpo sobre o dele. Meu caralho entrou totalmente no seu cú. Ele gemeu alto e tentou sair de baixo de mim - Você disse que não ia meter tudo. Você me arregaçou. Tira ele de mim - É verdade meu viadinho. Eu disse que não ia meter tudo, mas seu cuzinho é muito gostoso pra eu não comer ele todo. Agora fica quetinho que a dor já vai passar. Aos poucos senti seu corpo relaxar e ele me chamar de mentiroso, Mas já não pedia pra tirar. Comecei lentamente a me movimentar dentro daquele cuzinho e ele voltou a gemer mas agora de tesão. - vai seu filho da puta. Agora que você está ai dentro me fode gostoso. Me faz sua putinha. Como meu cú como você quiser comer. Isso, meche e mete assim. Vai vai, ai caralho que gostoso, mete mais esse pau, vai que delicia mete mete ai ai eu to gozando to gozando só de você meter em mim vai vai vai… Aquele gemido me tirou do serio. Comecei a comer aquele cuzinho como se estivesse metendo numa buceta. Metia com violência, Entrava e saia dele metendo com força. Sentia seu cuzinho mordendo meu caralho por causa de seu gozo e não agüentei mais.. Enterrei meu cacete o mais fundo que consegui e gozei como se não tivesse gozado ainda. Ele rebolava embaixo de mim e pedia mais pau. Gozamos como nunca havíamos gozado antes. Larguei meu corpo sobre o dele e ficamos assim ate sentir meu pau sair daquele cuzinho delicioso. Me deitei a seu lado e sua mão acariciou meu pau agora todo lambuzado de porra. - esse atrevido me fudeu como nunca deixei ninguém me fuder, e foi delicioso. Se debruçou sobre meu corpo e lambeu meu cacete novamente até tirar toda a porra que estava nele. Sua mão voltou a acariciar meu saco e sua língua em volta da glande. Aquele putinho tava querendo mais pau e sabia como fazer pra me deixar pronto. Já estava começando a me animar novamente quando a campainha de sua casa tocou… mas isso é uma outra historia

Safados da Web





MIjada Gostosa

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Leitinho de Dois

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Negro Fudedor

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Safados da Web





Um amigo, um vizinho e um padre.

Sem falsa modéstia, sabia que era um garoto bonito: loiro; olhos azuis, cabelos cheios e lisos cortados tipo chanel, que me fazia parecer uma menina… Rsrsrsrsrs. No colégio, era muito benquisto e tinha muitas amizades, tanto feminina como masculina. Após as aulas de educação física quando íamos pro vestiário do campo society tomar banho, sempre tinha aquela brincadeira de um ficar soando o outro. Sempre ouvia: “que bundinha bonita Claudinho” - “você tem bundinha de menina Claudinho”. E tinha aqueles que além de soar tinham a mania de ficar passando a mão. E foi meu colega Julio, um dia em que estávamos juntos no último box do vestiário longe das vistas dos outros, ele passando a mão na minha bunda: - Caralho Claudinho; sou doido pra comer sua bundinha. - Qual é Julio; tá me estranhando? - Eu sei que você é macho Claudinho; mas olha como você está me deixando. Era normal ver também um ou outro ficando de pau duro ali com tanto garoto pelado; mas quando olhei pro cacete do Julio não pude deixar de admirar o quanto era bonito: um pouco maior do que os outros garotos e tinha uma cabeça um tanto roliça, avermelhada e brilhando como um morango molhado. Mas foi fora do colégio quando eu e ele voltávamos a pé da cidade vizinha onde fomos jogar bola que tudo começou. Por uma trilha no meio do mato, Julio parou e após urinar ficou balançando seu pinto e me provocando… Sem querer fiquei olhando o tempo todo: - Quer segurar ele um pouquinho? - Vai tomar no cú Julio! - Pô Claudinho; você já teve alguém tocando punheta pra você? Na época eu adorava ficar tocando punheta vendo revista de mulher pelada: - Claro que não; por quê? - É muito gostoso; quer experimentar eu tocar pra você, e você tocar pra mim? Como já tínhamos o costume de ficar pelado um perto do outro, arriei minha bermuda sentando num pequeno barranco e Julio segurou minha piroca que foi crescendo na sua mão, e eu segurei a sua que já estava dura. Ele movimentava sua mão, parava e eu movimentava a minha sentindo aquela coisa dura palpitando na minha mão; parava, e ele voltava a movimentar a sua. Eu gozei muito rápido, e fiquei ainda por alguns minutos punhetando o Julio até ver sair aquela quantidade enorme de porra. Passamos a ficar nos fundos do quintal lá de casa, que era bastante arborizado, um tocando punheta no outro. Mas de tanto Julio ficar elogiando minha bunda e dizendo que tinha vontade de me comer; acabei cedendo sem imaginar que ia ser tão gostoso sentir aquela coisa dura indo e vindo dentro do meu cuzinho… Passei a dar pro Julio constantemente, sempre lá nos fundos do quintal. Tínhamos um vizinho nos fundos; Sr. Custódio, ex militar, viúvo, de aproximadamente 62 anos, que passou a nos espiar de cima do seu terraço por um buraco na parede que jamais eu poderia imaginar que existia. Quase todos os dias que eu ia pro colégio cedo, encontrava com o Sr. Custódio que ficava fazendo cooper na nossa rua. Ao cruzar comigo, ele me parou na rua e foi me convidando pra ir até sua casa quando voltasse do colégio. Não dei muita confiança, e ele antes de se afastar: - É que eu quero falar sobre o que você e o seu amiguinho ficam fazendo escondidos lá no quintal; tá bom? Caaaralho; será que aquele coroa sabia de alguma coisa; viu alguma coisa ou apenas ouviu por trás do muro? - pensei. Minhas pernas tremiam enquanto eu caminhava; estava muito preocupado. Não consegui prestar a atenção em nenhuma das aulas naquele dia. Na volta, sempre pensando até onde aquele coroa sabia de alguma coisa, acabei mesmo com muito medo entrando pelo portão da sua casa. Ele me recebeu me convidando pra sentar no sofá, e sentando ao meu lado foi logo dizendo que já fazia algum tempo que ele ficava olhando meu amigo comer minha bunda. Meu coração estava a ponto de sair pela minha boca, e ele passando a mão na minha perna: - Calma Claudio; calma! Pode deixar que não vou contar pra ninguém! Ele se aproximando mais, passou seu braço pelos meus ombros e me dando um beijo no rosto: - Sabe que você é um garoto muito bonito? Minha vontade era de correr dali, mas, acho que o medo dele contar alguma coisa pros meus pais me fez continuar sentado. Levei um susto quando ele pegando minha mão me fez segurar alguma coisa quente e palpitante… Olhei pra baixo e vi aquele enorme cacete duro e cheio de veias. Tirei rapidamente minha mão e ele voltando a beijar meu rosto: - Não precisa ter medo Claudio, só quero que você me conheça melhor. Tornei a olhar pra aquela piroca enorme, e sem nenhuma explicação plausível voltei a segurar sentindo que estava duríssima como um ferro… Acho que fui minha curiosidade pra saber se era de verdade: passava dos 25 cm e era bastante grossa. - Mas Sr., tenho que voltar pra casa, se não minha mãe vai ficar preocupada se eu demorar muito. - Você promete voltar aqui mais à tarde? - Prometo que eu volto! Ele ficando de joelhos sobre o sofá: - Então só da uma chupadinha rápida; dá? Até que eu já tinha tido vontade de chupar a do Julio, mas ele ainda não tinha me dado oportunidade. Muito sem jeito fui me aproximando até conseguir colocar minha boca naquela cabeça enorme e grossa. Lambi, beijei e consegui engolir apenas alguns centímetros: - Iiiiiiissso; lammmmbe; chuuuuuupa bem gostoso; vaiiiiiii!!!!… Puta que pariu; comecei a gostar que logo estava imaginando fazer aquilo também com o Julio. Quando o Sr. Custódio começou a gozar dentro da minha boca, achei que ia me afogar com tanta porra que tive que engolir. Lá pelas quatro horas da tarde, dizendo que ia sair pra jogar bola com os amigos; na rua, olhei pra todos os lados e entrei na casa do Sr. Custódio… Estava doido pra ver novamente aquela enorme pica. Sr. Custódio estava somente de bermuda demonstrando pelo seu físico que ainda era um homem bastante vigoroso. Me puxou pro seu quarto e me pediu pra tirar minha roupa. Fiquei indeciso, e ele acabou me ajudando. Mandou que eu deitasse e tirou sua bermuda ficando também completamente nú com aquele seu pauzão duro apontando como uma flecha a ser disparada. Deitou do meu lado, me abraçou e ficou fazendo carinho nas minhas costas e beijando meu rosto enquanto eu levei a mão segurando sua piroca dura… Foi quando ele segurando-me pela nuca beijou minha boca me deixando até tonto com aquela surpresa: - Agora vou comer sua bundinha; tá bom? - Mas vai doer Sr. Custódio; o seu pau é muito grande e grosso! - Tenho um creme pra passar que ajuda a não doer! Ele desceu da cama e foi ao criado mudo pegar uma bisnaga e veio passando no seu pau me pedindo pra ficar de quatro. Passou bastante em volta do meu cuzinho e foi ficando de joelhos atrás de mim… Quando entrou a cabeça, todo meu corpo ficou rígido e eu tive que trincar os dentes pra aguentar aquela tora entrando pra dentro do meu rabo. As paredes do meu cuzinho começaram a latejar e a arder quando ele iniciou o vai e vem. Logo, nem dor eu estava mais sentindo, só o prazer de estar sendo enrabado por uma pica gostosa como aquela… Vibrei quando o Sr. Custódio ficou me puxando pelas ancas com seu pau todo dentro do meu cú gozando e eu sentindo cada jato batendo lá no fundo do meu rabo. Quando sai da sua casa, ganhei novamente um gostoso beijo na boca prometendo que ia voltar sempre. Com o Julio, dei uma desculpa pra não mais usar nosso quintal, e fomos pra dentro do matagal que ficava atrás da igreja. Logo na nossa primeira vez lá no mato, mamei na pica do Julio e fiz gozar tudo na minha boca. Estava adorando dar o cú pro Sr. Custódio na casa dele, e pro Julio sempre no matinho atrás da igreja. Mas lá no matinho, acabamos sendo flagrado justamente pelo padre Fernando, que pegou o Julio travado na minha bunda. Fui conversar com o padre e acabei ganhando mais um coroa bom de pica pra me comer.

Mendigo pauzudo

A historia que vou conta é verídica. Em uma tarde de domingo em fevereiro/2013, estava sem fazer nada, peguei a bicicleta e sair pedalando a margem da br-101, cheguei a ponta da divisa era aproximadamente 16:00 horas, resolvi descer para tomar banho, para minha surpresa, tinha quatro homens andarilhos acomodados em baixo da ponte, a principio temi, mas logo, um dele fez uma pergunta, dizendo, moço você tem algum dinheiro, responde tenho R$10,00 Reais, ele me deu um abraço e disse beleza, peguei os R$10,00 Reais e dei para aquele homem, então ele disse fique a vontade, ninguém lhe mexe. Ficaram os três e ele sumiu, minutos após retornou com litro de bebida alcoolica, como o local era deserto, tomei banho pelado, quando estava tomando banho, um deles desceu peladão e foi tomar banho também, quando avistei de longe aquele pelado com um cacetão enorme fiquei enlouquecido de tesão, mas o melhor ainda estava por vim, ele mergulhou e se aproximou de mim dizendo que água gostosa, você é desta região, respondi sim moro na cidade próximo… Ele então disse gostei de você, você é legal, nada bobagens, mas me tremendo de tesão, ele percebeu e perguntou porque esta tremendo, sem vergonha respondi por que vi seu cacetão e estou me tremendo de tesão, ele então disse pode pegar é todo seu, comecei a chupá-lo, ele então disse vou lhe comer, tem anos que não meto em buraco… Ele me convidou dizendo vamos para a margem do rio, lá fica melhor, eu respondi e os seus amigos, ele respondeu eles também vão adorar, então ele perguntou que tal passar os quatro, vamos fazer um suruba, tem coragem, respondi tenho, ele então disse tem um ali que vai arrombar o seu cu, a pica dele é 26 cms, ai me deu mais tesão, então resolvi da a ele na beira do rio como se fosse um convite para os demais perceber e me comer, não deu outra, quando ele estava me penetrando os três perceberam e já desceram nus, realmente ele não mentiu, tinha um deles que o cacetão era aproximadamente uns 26 cm e grossão, neste momento a festa começou ou seja a safadeza ficou mais gostosa, era chupando um e outro me metendo, na hora do cacetão de 26 cms quase não coube em minha boca, quando ele foi penetrar, parecia uma gilete me cortando, foi rasgando tudo, mas aguentei, ele disse? eita viadão arretado? aguentou minha pica todo? Quando o cacetão dele estava todo dento de mim eu gritava de dor e prazer dizendo mete me mendigo safadão, mete me mendingo predileto, resultado fiquei com eles até amanhecer do dia seguinte só trepando, fui para casa e depois retornei com bebidas e comidas, eles adoram e começamos a safadeza novamente, passei uns quinze dias sem poder sentar direito, mas valeu a pena.

Suruba Bare

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O Cu Do Meu Sobrinho

Olá, me chamo Marcos, sou moreno claro 1,75 de altura 85 quilos, cabelo curto, olhos cor de mel, sou um cara bonito, sou casado pai de dois filhos mas sempre tive uma tara por bunda de homens e vou contar algumas experiências minhas, vou contar a que acho mais excitantes e resolvi começar com a do sobrinho de minha mulher. Leandro é seu nome, minha mulher é de uma família de morenos e uma de suas irmãs se casou com um negro e o resultado foram dois filhos lindos a menina se chama Luciana e o menino Leandro, ela negra e ele moreno jambo, ambos são muito bonitos, os vi crescer e por causa do parentesco acompanhei bem o crescimento e a adolescência dos dois, sempre vi Luciana de camisola, baby doll, shortinhos, sempre bem a vontade ela sempre foi bonita e gostosa, mas, quem me chamava mais tenção era o Leandro, o vi crescer e se desenvolver, adorava o ver acordar só de sunga, ficava admirando aquela bundinha redondinha, conforme crescia ele ficava mais atraente, sempre tive um tesão enorme por aquela bundinha, mas, sempre mantive respeito, nós éramos muito apegados mas nunca havia me atrevido a tocar no assunto do tesão que sentia por sua bundinha. Mas um belo dia surgiu a oportunidade, quando ele era garoto garoto eu sempre dava dinheiro para ele comprar pipas, lanchar e outras coisas, mas, desde que se tornou adolescente ele parou de me pedir dinheiro, até começou a namorar e um belo dia eu e minha mulher estávamos em sua casa visitando a irmã de minha mulher que é a mãe dele e num momento em que estávamos apenas eu e Leandro ele disse que queria levar sua namorada para fazer um lanche, só que estava sem grana, então fiz uma proposta: - Posso te dar R$20,00, mas você terá que fazer algo para mim! - Se for fácil e rápido até faço. - Fácil é e rápido vai depender de você! - O que é tio, to precisando mesmo dos R$20,00 contos! Pensei um pouco se valeria a pena fazer a proposta, mas falei: - Se você tocar uma punheta pra mim te dou os R$20,00! Ele arregalou os olhos e retrucou: - Tá maluco tio? Eu sou homem! - Veja bem, você não vai deixar de ser homem, ninguém vai precisar ficar sabendo, vai ser só uma punheta e sempre que você precisar de uma graninha é só me procurar! - Ah tá! Duvido que não vai querer comer minha bunda. - Isso já é outra história. - Não tio, estou fora! - Veja bem, vais sempre ter um dinheirinho quando precisar e fica só entre nós! - Ah tá, até parece que não vai contar pra todo mundo! - Tu tá maluco? E meu casamento? Tu acha que vou botar tudo a perder? - Sei lá tio. Depois de muito insistir o convenci, ele veio meio tímido, tremendo, com as mãos suadas, abri minha calça e ele meio sem jeito pegou meu pau e foi punhetando: - Isso, vai delicia, alisa meu saco. Ele parecia estar tocando uma punheta nele mesmo e não demorou muito pra eu gozar, ele olhou assustado largou meu pau e saiu correndo, mais tarde depois de acalmarmos os ânimos o procurei e como o prometido o entreguei seus R$20,00, então eu disse: - Amanhã sua tia vai para a igreja pela manhã, se estiver afim de ganhar mais um dinheirinho!? - Que loucura foi essa tio? Nunca mais faço isso! - Bom, está feito o convite, só depende de você! No outro dia assim que minha mulher saiu para a igreja liguei para o Leandro dizendo que estava só em casa e o estava esperando com o dinheiro dele, ele no início disse que não iria, mas eu disse que estaria o esperando e que deixaria o portão e as portas abertos que era só entrar, me preparei para sua chegada pois sabia que ele iria, levei um vidrinho de lubrificante pro quarto e fiquei só de cueca na sala o esperando, alguns minutos depois escutei o portão se abrir e fechar, olhei pela janela e vi que era ele, meu pau imediatamente ficou duro como pedra então o recebi na porta e lhe dei um abraço bem forte e esfreguei meu pau nele que não mostrou muita resistência, entramos e sentamos no sofá e conversamos um pouco, ele não tirava os olhos de meu pau, então o coloquei pra fora e disse: - Olha o que tenho pra você! - Não tio, nem sei o que vim fazer aqui!? Acho que vou embora! - Se você veio é porque está afim e além do mais ainda vai ganhar um dinheirinho! - To precisando de uma grana mesmo, mas isso é errado tio. - Não é nada Leandro, ontem não doeu nada não foi? - Não, mas o senhor deve estar achando que sou gay. - Não estou achando nada, só estou te dando uma grana e você está pagando do jeito que pode! - Mas aqui é muito arriscado! - Não é não, sua tia só volta depois do meio-dia! - Ok, mas tem que ser rápido! - Tudo bem, vamos lá pro meu quarto. - Não tio, aqui na sala mesmo. - Lá agente fica mais avontade! - Aí você vai querer comer meu cuzinho? - Se você estiver afim de me dar?! - Claro que não tio, vai ser só uma punheta mesmo. Fomos pro quarto, eu já estava nu e disse que ele deveria ficar também, ele relutou muito e depois de muita insistência consegui que ele ficasse só de cueca, deitei na cama e ele se sentou, eu disse que ele poderia se deitar também, mas ele insistiu em ficar sentado, então eu disse se ele não deitasse que eu não daria o dinheiro, ele se deitou, então ele concordou, mandei que ele se deitasse sobre minha barriga e ficasse com rosto bem perto de meu pau, puxei suas pernas e aproximei sua bunda de meu rosto, ele começou a punheta e fui alisando sua bunda por cima da cueca, ele não fazia resistência alguma, fui tirando sua cueca e ele deixando, peguei o lubrificante debaixo do travesseiro e melei seu cuzinho, fui aproximando meu pau de seu rosto, mas ele se afastava, comecei a alisar seu cuzinho então pedi: - Leandro, da uma chupadinha no meu pau. - Não tio, você falou que ia ser só uma punheta! - Vai Leo, estou com o maior tesão que você me chupe! - Não tio, isso não! - Vai, te dou R$50,00. Ele parou de tocar a punheta, ficou quieto e depois de alguns segundos disse: - Isso não tio, aí você vai querer gozar na minha boca? - Não vou não, quando eu for gozar eu aviso. - Avisa mesmo? - Claro, não sou maluco. - Tudo bem, mas só essa vez! Ele foi se aproximando e encostando a boca devagar no meu pau, logo estava me chupando e eu fazia o movimento de vai e vem como se estivesse metendo em uma xota e já com o cuzinho dele todo melado com o lubrificante fui introduzindo meus dedos nele o preparando para uma futura enrabada e já com o tesão a flor da pele sentindo que não demoraria a gozar comecei a tocar uma punheta nele também e a socar o dedo em seu cuzinho, o gemido dele abafado pelo meu pau em sua boca aumentou meu tesão, seu gemido aumentou de frequência e começou a tremer senti que ele iria gozar e soquei meu pau em sua boca, gozamos ao mesmo tempo, senti seu corpo tremer enquanto se engasgava com minha porra em sua garganta, fiquei me deliciando com essa gozada enquanto ele tentava cuspir minha porra, dei um beijinho em sua bunda e o mandei se lavar e em seguida dei seus R$50,00 e ele foi embora todo feliz. As semanas se passaram e também muitas punhetas e muitos boquetes e nada dele engolir minha porra, sempre cuspindo fora, mas o melhor estava por vir, fiquei sabendo que seus pais viajariam no final de semana levando sua irmã Luciana e que somente ele ficaria em casa, seu pai me ligou pedindo para que ficasse de olho nele, que ele já era crescidinho, mas, que talvez ele precisasse de alguma coisa, eu disse que tudo bem e que até o levaria num futebol no sábado pela manhã. No sábado bem cedinho peguei minha chuteira e meu meião e disse a minha mulher que iria buscar o Léo para ir ao futebol comigo, saí de casa, passei na farmácia, comprei umas camisinhas, lubrificantes e gel anestésico, fui direto pra casa do Léo, chegando lá seus pais já estavam de saída, perguntei por ele, me disseram que ele ainda estava dormindo, eu disse que o acordaria se não nos atrasaríamos para o futebol, eles então entraram no carro e partiram, me certifiquei que eles foram mesmo, esperei alguns minutos e vi que eles não voltariam, fui no meu carro peguei o kit tira cabaço e entrei na casa, me dirigi ao seu quarto e o vi dormindo, só de sunga e de bruços, não resisti e na mesma hora fiquei de pau duro, tirei toda a roupa e me deitei em cima dele passando a pica naquela bundinha deliciosa e beijando sua nuca, ele acordou sorrindo e rebolando no meu pau, mas, por um instante ele se lembrou que estava em casa e disse: - Meus pais! - Eles já foram viajar, a esta hora já devem estar na estrada! Então ele ficou aliviado e continuou rebolando, me deitei ao seu lado e dei um beijo em sua boca, peguei sua mão e levei em direção ao meu pau, enquanto ele me beijava foi alisando meu pau e em seguida foi descendo beijando meu peito e minha barriga até chegar em minha rola, se abaixou na beirada da cama e ficou me chupando deliciosamente, algumas vezes tirava meu pau da boca e chupava minhas bolas enquanto me punhetava e em seguida voltava a me chupar, após alguns minutos sussurrei: - Não estou aguentando, vou gozar! Ele abriu os olhos e me olhou, apertou meu pau com a mão, abriu a boca e colocou a língua na cabeça dele e ficou punhetando, entendi que ele queria uma gozada na sua boca fiquei doido de tesão e gozei gostoso enchendo sua língua de porra, ele então colocou meu pau na boca e continuou sugando retirando o resto de porra que ainda saía dele e engoliu tudinho e em seguida lambeu a cabeça dele e lambeu os beiços e logo em seguida se deitou na cama ao meu lado e disse: - Estava uma delícia! - Eu adorei, você não sabe o quanto esperava por esse momento! - Demorou mas eu me acostumei, agora sei como isso é gostoso! - Isso dá muito tesão na gente! - Eu sei. Dei um beijo em sua boca e o chamei para tomarmos um café e em seguida tomarmos um banho e foi o que fizemos, já no banho ficamos nos beijando e nos acariciando e meu pau já estava duro a muito tempo então Léo disse: - Nossa, ele não descansa não? - Quando estou com você não! Por que, não gosta de velo assim? - Adoro! - Então, por que está reclamando? - Não estou reclamando, só estou admirado! - Você ainda não viu nada! Continuamos o banho e as carícias e em seguida peguei um aparelho e fui depilando sua bunda e virilha e seu saco o deixando lisinho sem nenhum pelo próximo ao cuzinho e assim terminamos o banho e voltamos para a cama, peguei o kit tira cabaço e coloquei ao lado da cama, nos deitamos e nos beijamos, então comecei a beijar seu corpo todo pescoço, peito, barriga, pernas e o virei de costas e continuei beijando seu pescoço, costas e bunda até chegar em seu cuzinho e pedi para que ele empinasse a bunda abrindo bem as pernas deixando aquele cuzinho lisinho bem aberto para mim, fui lambendo ele todo e enfiando a língua arrancando suspiros dele, o deixei bem melado de saliva, peguei o lubrificante e lambuzei tudo e fui brincando com os dedos com aquele cuzinho apertado e com a outra mão peguei em seu pau que estava duro de tesão e enquanto alargava seu cuzinho pra receber algo bem maior que meus dedos o punhetava e logo ele estava gozando, então vi que ele estava muito afim do que estava prestes a acontecer. O virei de frente, seu coração palpitava bem acelerado, suas mãos tremiam, abri bem suas pernas arreganhando seu cuzinho e o perguntei: - É isso que você está querendo? - Como nunca tio! - Não vai ter mais volta! - Eu sei! - Você vai gostar! - Tenho certeza que sim! Peguei mais lubrificante e lambuzei bem o pau e seu cuzinho, passei o gel anestésico em seu cuzinho, coloquei suas pernas sobre meus ombros e encostei a cabeça da rola na sua entrada e disse: - Está pronto? - Vem tio, essa é a hora! Forcei a cabeça, ele fechou os olhos, senti meu pau rompendo suas pregas e a rola adentrando seu cuzinho, fui o penetrando lentamente com pausas e movimentos de vai e vem, sem perceber meu corpo já encostava no dele e então fui metendo mais rápido só que com bastante carinho Léo abriu os olhos e sorriu dizendo: - Agora sou seu! Aumentamos os movimentos ele então me pediu para o comer de quatro, o coloquei na beirada da cama o puxei bem empinando sua bunda abrindo seu cuzinho e meti bem gostoso dando algumas estocadas e gozando gostoso naquela bunda deliciosa. Nos jogamos na cama e ficamos ali deitados por algum tempo conversando, o Léo o tempo todo alisando meu pau que não demorou para endurecer novamente, então foi a vez dele pegar o lubrificante e lambuzar meu pau e seu cuzinho e sentar no meu pau e cavalgar, ele havia tomado jeito pra coisa mesmo, seu cuzinho engolia meu pau inteiro e novamente o joguei na cama e abri suas pernas e meti gostoso olhando sua cara de satisfação, fui alisando seu pau até ele endurecer na minha mão e fui metendo e o punhetando até gozarmos juntos, foi uma delícia, logo em seguida eu disse: - E você disse que não queria! - É que eu não sabia que era tão gostoso assim! - E aí, vai querer outras vezes? - É claro tio, já estou viciado em você! Foi uma manhã deliciosa que passamos juntos e é claro que teve outras mas prefiro contar outros casos que aconteceram comigo, aguarde......

Gozando Dentro

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